Dia da Mentira: mentiras no T&D que muitos acreditam

Seus treinamentos não engajam? Talvez você esteja acreditando em mentiras. Veja quais são e como mudar esse jogo.
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No dia 1º de abril, Dia da Mentira, a gente costuma brincar com mentiras inocentes, mas é certo que há mentiras que rondam muita gente e as fazem acreditar como verdade absoluta e no T&D não é diferente.

São essas mentiras que sabotam programas, esvaziam treinamentos e as empresas, e fazem a área de T&D parecer um enfeite bonito — quando, na verdade, ela é peça-chave para o crescimento de qualquer empresa séria. 

Se você também trabalha com desenvolvimento de pessoas, vai se identificar. E se ainda não acredita no poder estratégico do T&D, talvez esse texto sirva como um espelho desconfortável (mas necessário). 

Mentira #1 em T&D – “Treinamento é gasto, não investimento.” 

Verdade: O custo de não treinar é muito mais alto. 

Em momentos de crise, tem empresa que corta o treinamento como se estivesse cortando o cafezinho. Mas depois vem a surpresa: os resultados caem, os talentos vão embora, os mesmos erros se repetem — e o clima organizacional desanda. 

Segundo a Association for Talent Development (ATD), empresas que investem consistentemente em T&D têm 24% mais lucro e 218% mais produtividade por colaborador do que aquelas que não investem. 

Em outras palavras: treinamento não é gasto — é o que evita desperdício. Aliás, empresas que tratam o T&D como pilar estratégico crescem mais rápido, inovam com mais consistência e ainda se tornam um ímã para talentos. 

Mentira #2 em T&D – “É melhor contratar alguém pronto do que desenvolver a equipe atual.” 

Contratar novos funcionários ao invés de desenvolver a equipe pode sair mais caro para as empresas
Contratar novos funcionários ao invés de desenvolver a equipe pode sair mais caro para as empresas

Verdade: O talento certo pode já estar na sua equipe — só falta desbloquear o potencial. 

É comum ouvir que “trazer alguém de fora resolve mais rápido”. Mas essa lógica ignora o custo — financeiro, cultural e emocional — de não investir em quem já está dentro. 

De acordo com o LinkedIn Learning Report, as empresas que priorizam a mobilidade interna retêm colaboradores quase duas vezes mais do que aquelas que não o fazem. 

Além disso, o custo de substituir um profissional pode chegar a até 200% do salário anual dele, segundo a SHRM (Society for Human Resource Management). 

Desenvolver a equipe atual fortalece o senso de pertencimento, reforça a cultura organizacional e reduz significativamente o turnover. Inclusive, esse movimento está alinhado com tendências reais como o LIFOW (Learning in the Flow of Work) — o aprendizado que acontece no próprio contexto do trabalho, sem pausa na produtividade. 

Às vezes, o talento que você procura já está aí. Só precisa de espaço e desenvolvimento para florescer. 

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Mentira #3 em T&D – “Treinamento é tudo igual, é só escolher um e aplicar.” 

Verdade: Um programa de T&D precisa conversar com a cultura da empresa para ser efetivo. 

Cada organização tem uma identidade única — valores, linguagem, desafios, ritmo. Portanto, tentar aplicar uma solução genérica em um contexto específico é como forçar uma peça quadrada em um buraco redondo: não encaixa, não engaja e não transforma. 

Segundo a Deloitte, empresas com uma forte cultura de aprendizagem personalizada têm 92% mais chances de desenvolver inovações e 56% mais probabilidade de serem as primeiras no mercado. 

E hoje, mais do que nunca, vivemos a era do Social Learning — da troca entre pares, do aprendizado orgânico e contínuo, dentro do fluxo real de trabalho. Então, não dá mais para fingir que um conteúdo pronto, engessado, entregue no “Ctrl+C, Ctrl+V”, funciona. 

Quer uma trilha de aprendizado que fale a língua da sua empresa e resolva os desafios do seu contexto? A Bravend constrói isso com você — do jeito que sua cultura precisa para evoluir. 

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Mentira #4 em T&D – “Online não engaja, presencial é sempre melhor.” 

Promover boas experiências em treinamentos pode melhorar a eficiência e absorção do conteúdo dos treinamentos
Promover boas experiências em treinamentos pode melhorar a eficiência e absorção do conteúdo dos treinamentos

Verdade: Engajamento não depende do formato, e sim da experiência. 

Ainda tem muita gente que acredita que só o presencial “funciona de verdade”. Mas a realidade já mostrou (e os dados confirmam) que o digital pode ser tão ou mais eficaz — quando é bem pensado, bem conduzido e conectado com o que realmente importa: as pessoas. 

De acordo com a McKinsey, programas de aprendizagem digital bem estruturados podem ser até 60% mais eficientes em tempo de entrega e alcance — com níveis iguais ou superiores de retenção e engajamento, comparado ao presencial tradicional. 

Com recursos como gamificação, trilhas personalizadas, mobile learning, IA e social learning, o online hoje oferece autonomia, escala e personalização — sem abrir mão da experiência humana. 

Porque engajamento não nasce do “formato”. Engajamento nasce de propósito, de desafio, de narrativa bem construída. E isso pode (e deve) acontecer em qualquer canal — inclusive no digital. 

Mentira #5 em T&D – “Quem cuida do T&D é só o RH.” 

Verdade: O desenvolvimento de pessoas é responsabilidade coletiva. 

Nenhum programa de T&D gera impacto real se não houver corresponsabilidade! 

Segundo a Gallup, os líderes diretos influenciam até 70% do engajamento de um colaborador. “Se a liderança não patrocina o desenvolvimento, não há trilha, curso ou plataforma que sustente a transformação”.

O RH é como uma orquestra: desenha a estrutura, conduz a melodia, garante o ritmo. Mas o som só ganha força quando toda a organização toca junto — liderança, times e, claro, os próprios colaboradores. 

Porque aprendizagem não é algo que se entrega. É algo que se ativa. E para isso, é preciso espaço, autonomia e cultura de aprendizado vivo. Sendo assim, criar ambientes onde cada pessoa é protagonista da sua evolução — com apoio e direção — é o que transforma aprendizado em potência real. 

Mentira #6 em T&D – “É só criar o conteúdo que a equipe participa.” 

Verdade: Sem estratégia de engajamento, ninguém entra no jogo. 

Esperar que as pessoas participem só porque “o conteúdo está disponível” é ilusão — e uma das mais caras do T&D. 

Porque não é o conteúdo que gera engajamento. É o contexto, a narrativa, o incentivo, o reconhecimento e a liderança envolvida que fazem isso acontecer. 

Segundo o relatório da Brandon Hall Group, apenas 35% dos colaboradores concluem programas de treinamento digital quando não há uma estratégia clara de engajamento. 

Ou seja, sem ativação, não há conexão. E sem conexão, o que era pra ser uma jornada de desenvolvimento vira só mais um link esquecido na intranet. 

Engajamento não é automático — ele precisa ser construído, sustentado e celebrado. 

Se o aprendizado é uma jornada, ela precisa fazer sentido para quem caminha. Precisa ser comunicada, valorizada, e principalmente: vivida. 

Mentira #7 em T&D – “Planejar objetivos é burocrático, vamos direto ao conteúdo.” 

Verdade: Sem objetivos claros, você nunca saberá se teve sucesso. 

Pular o planejamento e ir direto para o conteúdo pode até parecer ágil — mas, na prática, é um atalho que leva à frustração. Sem objetivos definidos, não dá pra saber se a trilha fez sentido, se a metodologia funcionou ou se o comportamento esperado mudou de fato. 

Aliás, um estudo da Harvard Business Review mostra que programas de desenvolvimento alinhados a objetivos estratégicos aumentam em até 63% a eficácia do aprendizado. 

Ou seja: objetivos não são burocracia — são bússola. Eles orientam o formato, o conteúdo, o nível de personalização, o tipo de engajamento necessário e até as métricas de sucesso. 

E mais:

  • Sem objetivo, não tem métrica.
  • Na ausência de métricas, não tem gestão.
  • Se não houver gestão, o T&D continua sendo visto como “ação pontual”, e não como parte da estratégia.

Planejar bem não é perder tempo. É garantir que o tempo investido gere impacto real. 

E agora? Uma verdade que poucos têm coragem de contar. 

Se você está insatisfeito com os resultados dos treinamentos na sua empresa, talvez ainda não tenham te contado uma das maiores verdades da educação corporativa: 

Não existe uma experiência definitiva! 

Então, pode soar confortável acreditar em pacotes prontos, trilhas genéricas e fórmulas mágicas. Mas a verdade é que experiências de aprendizagem precisam ser construídas sob medida, testadas, ajustadas, aprimoradas. Não é sobre seguir um modelo. É sobre criar o SEU. 

A Bravend não acredita em “pacotes de ensino”. A gente mergulha na cultura da sua empresa, entende seu público, seus desafios, e constrói com você uma jornada de aprendizagem que faça sentido — para o colaborador, para o negócio, e para os resultados. 

O nosso objetivo é gerar transformação! 

Vamos conversar? Clique aqui e descubra como construir a solução de aprendizagem ideal para o seu time. 

 

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